Suzumiya Haruhi no Yuuutsu

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MensagemAssunto: .:: Mural de Mensagens ::.   Seg Maio 10, 2010 7:34 pm

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(ou mera cópia barata d'algum lugar d'além mar?)

Estou abrindo este espaço pra todo mundo que quiser colocar uma história,poema, frase ou o que for,desde que seja algo que faça as pessoas refletirem. Fiquei com vontade depois de ler um texto que me marcou muito, que por sinal é o texto com que vou iniciar o tópico. Muita gente pensa em como que a vida podia ser melhor,se tivesse nascido de outro jeito,mas às vezes se esquecem que as coisas podiam ser PIORES... pra todo mundo do fórum,espero que gostem:

O Anjo e o Suicida

Anjo: Senhor por favor já estou a muito tempo como Anjo, e a minha promoção?
Quando vem? Quero um par de asas maior, não essas duas peninhas presa as
costas.

Senhor: Calma, ... ainda não é hora.

Mas o anjo não deixava um só dia de interpelar o Senhor pedindo sua
promoção.

Até que um belo dia, o Senhor Disse:

Senhor: Muito bem Anjo, você quer muito essa promoção, não é?

Anjo: Claro Senhor, e o Senhor não se arrependera, serei o melhor Arcanjo
que o Senhor jamais teve.

Senhor: Bem, mas para ser promovido deves passar por um teste, e este
consiste em salvar uma vida na terra.

Anjo: Isso é fácil Senhor, posso ir agora?

Senhor: Calma Anjo, antes deves tomar conhecimento de algumas regras para o
teste. E estas são:

1ª) Deves salvar a vida de alguém que esta preste a se suicidar.
2ª) Não podes fazer uso de qualquer poder divino para isso.
3ª) Deves usar única e exclusivamente o dom da palavra.
4ª) Não podes se identificas como Meu Anjo, ou seja deves se fazer como um
mortal.
5ª) Caso falhes na tentativa voltaras a ser suplente de aprendiz de Anjo.
Acreditas estar preparado para tal?



Anjo: É Senhor, as condições são severas, mas eu topo o desafio.

Assim sendo o nosso amigo Anjo deu início a conquista de sua tão almejada
promoção e começou a procurar o problema voando sobre uma cidade. De repente
viu um carro parar sobre uma enorme ponte e um homem saiu do veículo, então
pensou: Como não achei nada até agora vou dar uma espiada para ver se aquela
cara não esta precisando de uma ajudinha, assim vou esquentando os motores
para a grande hora. Porém ao se fazer corpo e se aproximar do tal sujeito,
viu que ele começava a subir no parapeito da ponte...

Anjo: Eu cara que está fazendo ??? Desse jeito pode cair...

Homem: Não se aproxime. Pois é isso mesmo que vou fazer.



O Anjo de imediato pensou: Ai esta meu par de asas tamanho GG ou voltar a
ser o suplente do segundo quase nada das nuvens.

Anjo: Ei cara espera ai, por que você quer tirar a própria vida? Sabe que
isso não é uma boa né?

Homem: O que você sabe se é uma boa ou não? Você não conhece a minha vida?

Anjo: Está certo que eu não conheço a sua vida, mas acredito não haver
motivo nenhum no mundo que possa levar alguém a tirar a própria vida. Isso é
contra o primeiro e mais forte extinto de qualquer ser vivente, que é
justamente o da sobrevivência, isto é, manter-se vivo a qualquer custo.

Homem: Pois bem, eu te dou meus motivos e aceitando ou não quero que vá
embora certo?

Anjo: Certo, então tente me convencer.

Então o Anjo pensou:

"É o tempo que preciso para encontrar um jeito de impedir esse cara de fazer
tal loucura."

Homem: Eu nunca consegui nada neste vida miserável, sempre lutei muito mas
nunca tive oportunidade para ser alguém de fato, nasci em um país do
terceiro mundo onde só quem tem dinheiro é alguém ou consegue alguma coisa,
estou muito cansado já não agüento mais nadar contra a maré.

Anjo: Espera aí cara, você esta falando ter oportunidades como se alguém
tivesse que dar elas para a gente, acho que não é bem assim, quem cria as
oportunidades somos nós mesmo.

Homem: Deixa disso, o sistema, o estado, o país em que você nasce é o maior
responsável pelo o que você pode vir a ser, se você não tiver meios você não
vai a lugar nenhum. Veja: se eu tivesse nascido nos Estados Unidos
provavelmente eu conseguiria ser alguém e só não o seria se não quisesse.
Entendeu ?!!!

Anjo: Não, não entendi ou melhor acho que entendi um pouquinho, quer dizer
que se você tivesse nascido em um país do primeiro mundo tudo seria melhor?

Homem: É claro, e agora me dá licença, deixa eu terminar o que comecei.

Anjo: Espera um pouquinho. Você colocou seu ponto de vista, deixa eu colocar
o meu e ai você tira ou não suas conclusões e faz o que bem entender. Topa?
Não vai levar mais que cinco minutos. Você me deve esta, afinal de contas
queira ou não eu já estou envolvido nesta situação.

Homem: Ok!... você tem cinco minutos, pode começar.

Anjo: Você me disse que se tivesse nascido em um país do primeiro mundo tudo
seria diferente, pois bem, quero fazer um joguinho de faz de conta com você,
vamos imaginar que eu tivesse poderes para fazer você nascer em um país do
primeiro mundo, como você mesmo disse nos Estados Unidos por exemplo, ainda
assim você tentaria se matar?

Homem: Claro que não, lá eu teria muitas oportunidades.

Anjo: Supondo que você nascesse em uma familia muito pobre nos subúrbios do
Brooklin em Nova York, mesmo assim você acha que teria alguma chance?

Homem: Mas é lógico, lá é a terra das oportunidades mesmo para quem nasce
pobre.

Anjo: Bem além se ser pobre, você seria negro e filho de uma prostituta de
quinze anos, ainda sim você acredita que teria chance de vencer na vida?

Homem: O cara assim você tá jogando pesado, Nascer nos Estados Unidos tudo
bem, mas pobre, negro e filho de uma prostituta é jogo duro. Mas pensando
bem mesmo assim acredito que teria mais chances lá do que aqui.

Anjo: Só mais uma condição. Além de ter nascido nos subúrbios do Brooklin,
pobre, negro e filho de uma prostituta de quinze anos você também nasceria
cego. O que acha, qual seriam as suas chances agora?

Homem: Espera ai, você deve estar louco, nestas condições ninguém teria
chance alguma em lugar nenhum do mundo.

Anjo: Quero uma resposta direta: Onde você gostaria de ter nascido? Nos
Estados Unidos nas condições em que mencionei ou aqui com suas condições
atuais?

Homem: Não é preciso nem pensar, é claro que aqui, pois da outra forma não é
possível se quer ser gente.

Anjo: Assim, então porque você não vai dizer isso para Stive Wonder.

O homem pensou por um instante e lentamente desceu do parapeito da ponte,
olhou para o Anjo, deu um sorriso tímido entrou no carro e sai bem devagar.


E..."Que o Amor Único de Deus, Inspire sempre todas as Almas para o bem...(Antonio de Aquino)

Bem, eu avisei que é cópia, p/ ser + exato, d'além mar.

------------------

agora é a sua vez (ou: agora são as tuas vezes)
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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Seg Maio 10, 2010 8:04 pm

+1 ~~

O CORVO
Edgar Allan Poe

Certa vez, quando, à meia- noite eu lia, débil, extenuado,
um livro antigo e singular, sobre doutrinas do passado,
meio dormindo - cabeceando - ouvi uns sons trêmulos, tais
como se leve, bem de leve, alguém batesse à minha porta.
É um visitante", murmurei, "que bate leve à minha porta.
Apenas isso, e nada mais."

Bem me recordo! Era em dezembro. Um frio atroz, ventos cortantes...
Morria a chama no fogão, pondo no chão sombras errantes.
Eu nos meus livros procurava - ansiando as horas matinais -
um meio (em vão) de amortecer fundas saudades de Lenora,
- bela adorada, a quem, no céu, os querubins chamam Lenora,
e aqui, ninguém chamará mais.

E das cortinas cor de sangue, um arfar soturno, e brando, e vago
causou-me horror nunca sentido, - horror fantástico e pressago.
Então, fiquei (para acalmar o coração de sustos tais)
a repetir: "É alguém que bate, alguém que bate à minha porta;
Algum noturno visitante, aqui batendo à minha porta;
é isso! é isso e nada mais!"

Fortalecido já por fim, brado, já perdendo a hesitação:
"Senhor! Senhora! quem sejais! Se demorei peço perdão!
Eu dormitava, fatigado, e tão baixinho me chamais,
bateis tão manso, mansamente, assim de noite à minha porta;
que não é fácil escutar. Porém só vejo, abrindo a porta,
a escuridão, e nada mais.

Perquiro a treva longamente, estarrecido, amedrontado,
sonhando sonhos que, talvez, nenhum mortal haja sonhado.
Silêncio fúnebre! Ninguém. De visitante nem sinais.
Uma palavra apenas corta a noite plácida: - "Lenora!".
Digo-a em segredo, e num murmúrio, o eco repete-me - "Lenora!"
Isto, somente - e nada mais.

Para o meu quarto eu volto enfim, sentindo n'alma estranho ardor,
e novamente ouço bater, bater com mais vigor.
"Vem da janela", presumi, "estes rumores anormais.
Mas eu depressa vou saber donde procede tal mistério.
Fica tranqüilo, coração! Perscruta, calmo, este mistério.
É o vento, o vento e nada mais!"

Eis, de repente, abro a janela, e esvoaça então, vindo de fora,
um Corvo grande, ave ancestral, dos tempos bíblicos, - d'outrora!
Sem cortesias, sem parar, batendo as asas noturnais,
ele, com ar de grão-senhor, foi, sobre a porta do meu quarto,
pousar num busto de Minerva, - e sobre a porta do meu quarto
quedou, sombrio, e nada mais.

Eu estava triste, mas sorri, vendo o meu hóspede noturno
tão gravemente repousado, hirto, solene e taciturno.
"Sem crista, embora" - ponderei -, "embora ancião dos teus iguais,
não és medroso, ó Corvo hediondo, ó filho errante de Plutão!
Que nobre nome é acaso o teu, no escuro império de Plutão?"
E o Corvo disse: "Nunca mais!"

Fiquei surpreso - pois que nunca imaginei fosse possível
ouvir de um Corvo tal resposta, embora incerta, incompreensível,
e creio bem, em tempo algum, em noite alguma, entes mortais
viram um pássaro adejar, voando por cima de uma porta,
e declarar (do alto de um busto, erguido acima de uma porta)
que se chamava "Nunca mais".

Porém o Corvo, solitário, essas palavras só murmura,
como que nelas refletindo uma alma cheia de amargura.
Depois concentra-se e nem move - inerte sobre os meus umbrais -
uma só pena. Exclamo então: "Muitos amigos me fugiram...
Tu fugiras pela manhã, como os meus sonhos me fugiram..."
Responde o Corvo: "Oh! Nunca mais!"

Pasmo, ao varar o atroz silêncio uma resposta assim tão justa,
e digo: "Certo, ele só sabe essa expressão com que me assusta.
Ouviu-a, acaso, de algum dono, a quem desgraças infernais
hajam seguido, e perseguido, até cair nesse estribilho,
até chorar as ilusões com esse lúgubre estribilho
de - "nunca mais! oh! nunca mais!".

De novo, foram-se mudando as minhas mágoas num sorriso...
Então, rodei uma poltrona, olhei o Corvo, de improviso,
e nos estofos mergulhei, formando hipóteses mentais
sobre as secretas intenções que essa medonha ave agoureira
- rude, sinistra, repulsiva e macilenta ave agoureira, -
tinha, grasnando "Nunca mais".

Mil coisas vagas pressupus... Não lhe falava, mas sentia
que me abrasava o coração o duro olhar da ave sombria.
... E assim fiquei, num devaneio, em deduções conjeturais,
minha cabeça reclinando - à luz da lâmpada fulgente
nessa almofada de veludo, em que ela, agora, - à luz fulgente -,
não mais descansa - ah! nunca mais.

Subitamente o ar se adensou, qual se em meu quarto solitário,
anjos pousassem, balançando um invisível incensário.
"Ente infeliz" - eu exclamei. - "Deus apiedou-se dos teus ais!
Calma-te! calma-te e domina essas saudades de Lenora!
Bebe o nepente benfazejo! Olvida a imagem de Lenora!
E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Profeta!" - brado. "Anjo do mal, Ave ou demônio mais irreverente
que a tempestade, ou Satanás, aqui lançou tragicamente,
e que te vês, soberbo, nestes desertos areais,
nesta mansão de eterno horror! Fala! responde ao certo! Fala!
Existe bálsamo em Galaad? Existe? Fala, ó Corvo! Fala!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Profeta!" - brado. "Anjo do mal, Ave ou demônio irreverente,
dize, por Deus, que está nos céus, dize! eu to peço humildemente,
dize a esta pobre alma sem luz, se lá nos páramos astrais,
poderá ver, um dia, ainda, a bela e cândida Lenora,
amada minha, a quem, no céu, os querubins chamam Lenora!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Seja essa frase o nosso adeus" - grito, de pé, com aflição.
"Vai-te! Regressa à tempestade, à noite escura de Plutão!
Não deixes pluma que recorde essas palavras funerais!
Mentiste! Sai! Deixa-me só! Sai desse busto junto à porta!
Não rasgues mais meu coração! Piedade! Sai de sobre a porta!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."

E não saiu! e não saiu! ainda agora se conserva
pousado, trágico e fatal, no busto branco de Minerva.
Negro demônio sonhador, seus olhos são como punhais!
Por cima, a luz, jorrando, espalha a sombra dele, que flutua...
E a alma infeliz, que me tombou dentro da sombra que flutua,
não há de erguer-se, "Nunca mais".

trad. Gondin da Fonseca - 1928
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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Ter Maio 11, 2010 5:10 pm

Coisas que levei anos para aprender - Luís Fernando Veríssimo


1.Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.

2.As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

3.Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

4.A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

5.Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

6.Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

7.Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a humanidade não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".

8.Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".

9.Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Se o primeiro beijo for bom, o que vier depois será melhor.

11. Quem muito fala nada faz.

12.Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

~o~O~o~

Uma empresa entendeu que estava na hora de mudar o estilo de gestão e contratou um novo gerente geral. Este veio determinado a agitar as bases e tornar a empresa mais produtiva.
No primeiro dia, acompanhado dos principais assessores, fez uma inspeção à toda empresa. No armazém todos estavam trabalhando, mas um rapaz novo estava encostado na parede com as mãos no bolso.

Vendo uma boa oportunidade de demonstrar a sua nova filosofia de trabalho, o novo gerente perguntou ao rapaz:
- Quanto é que você ganha por mês?
- Trezentos reais, porquê? - respondeu o rapaz sem saber do que se tratava.
O administrador tirou os R$ 300,00 do bolso e os deu ao rapaz, dizendo:
- Aqui está o seu salário deste mês. Agora desapareça e não volte aqui nunca mais!
O rapaz guardou o dinheiro e saiu conforme as ordens recebidas.

O gerente então, enchendo o peito, pergunta ao grupo de operários:
- Algum de vocês sabe o que este tipo fazia aqui?
- Sim Senhor - responderam atônitos os operários.
- Veio entregar uma pizza e estava aguardando o troco.

"Tem pessoas que desejam tanto mandar, que se esquecem de pensar"
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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Qua Maio 12, 2010 6:46 pm

Por entre esses dias, encontrei um site na Internet sobre animes (desenhos animados) antigos. ( http://www.wmtsound.net/wmtsound/ ) Esse site inclui algumas músicas-tema de abertura/encerramento (letras e/ou mp3). Escutei algumas delas e, entre as tais, encontrei a letra que vocês poderão ler abaixo (se quiserem) (depois do P.S.Smile.

A tradução LIVRE eu fiz a partir do INGLÊS. A letra original é em japonês.

Depois, só para quem tiver interesse, passo o mp3 (só quem tiver e-mail do Hotmail/Gmail), a melodia é linda, podem acreditar.

Alchem


P.S.: Lá vai:


Ai ni Tsuite - Acerca do Amor

Anata ni aitai to negai tsuzukete
Kyou mo mata tabi wo yuku hatenaki aozora
Yorokobi to kanashimi kibou sore kara zasetsu
Kurikaeshi kurikaeshi nani ka wo shinjite

Ainda quero lhe encontrar
Hoje eu irei numa jornada sem fim como o céu azul
Com alegrias e tristezas virão esperança e revés
A repetir-se, a repetir-se, em que eu deveria acreditar?


Ai ni tsuite nani mo shiranai keredo
Itsuka anata no nukumori no naka de
Ai wo kataru hi wo yumemite watashi ha
Ashita mo tabi wo ikiru

Você não sabe acerca do amor, não sabe nada
Porém, um dia, dentro de si você irá sentir
Sonho com o dia em que você disso irá falar
Amanhã, a jornada existirá


Kaze ni kaze no michi ga hoshi ni hoshi no michi ga
Toritachi ni toritachi no michi ga aru youni
Watashi ni ha watashi no michi ga aru no darou
Ippouzutsu ippouzutsu yume wo utagawazu ni

Há um caminho em meio ao vento, e um caminhar entre as estrelas
Em meio aos pássaros, em meio aos pássaros, um caminho a se andar
Será que haverá em mim um caminho a prosseguir?
A cada passo, a cada passo, o sonho incerto a se tornar


Ai ni tsuite nani mo shiranai keredo
Itsuka anata to meguriau made ni
Ai no nani ka wo shiritakute ashita mo
Kitto tabi wo ikiru

Você não sabe acerca do amor, não sabe nada
Porém, um dia, de novo iremos nos encontrar
Que amanhã possamos ambos juntos isto aprender
Certamente, a jornada existirá




@ Traduzido por Digi-Alchemist a partir do inglês com auxílio do rômaji em 03/02/2010.
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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Qui Maio 13, 2010 5:28 pm

~ +1 d'além mar:

A Chama e o Vento

Um dia a gente percebe
Que a vida é uma chama
Acesa ao vento, á mercê de um destino
E a qualquer momento pode se apagar
Ninguém pode ver seu futuro ou tramar sua vida
Sem correr o risco de uma 'despedida'
E ver seu castelo desmoronar...
A felicidade prá muitos é só um momento,
Não sabem que existe um mistério no vento,
Que só vai soprar onde alguém lhe mandar.
A felicidade pra mim é sem fim, é eterna.
Conheço esse alguém que domina o vento
E a minha chama não deixa apagar.

Do coração são os planos, caminhos traçados,
Castelos de areia, sonhos guardados.
Num dia qualquer tudo pode acabar,
Mas Deus, que domina o vento, é quem sabe o destino.
Seguro em seus braços sou como menino.
A luz que me Deus nunca vai se apagar.

foi Sérgio Lopes quem fez ... ele tem uma voz, vou te contar!!!! é uma música mais linda que a outra, combinação perfeita de letra e ritmo, harmonia e melodia!

Olha esta outra aqui, também é dele!

Enquanto houver Amor

Viver enquanto houver amor
Amar enquanto eu viver
Deixar que Deus me ensine a ver
Que em algum lugar alguém me espera
Chorar perfuma o coração
Sorrir se alguém estender a mão
E entender que a vida
Com perigos e arranhões
É um presente que eu ganhei de Deus

A vida tem surpresas escondidas pra se achar
E nos entrega o dom de procurar
Até entre as estrelas procurei achar pra mim
Motivos que alegrassem o meu viver
Perguntas sem respostas me feriam o coração
Procuras pareciam não ter fim
Mas ao fechar os olhos resolvendo desistir
Tu estavas lá bem dentro de mim
Me guardando e esperando por mim

......................................

é isso. Recomendo os CDs dele. E quem tiver o programinha Ares (torrent) pode pesquisar "Sergio Lopes" e baixar pela net... Vale a pena!



Alchem.'.
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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Sex Maio 14, 2010 5:25 pm

AMOR SÓ DE LETRAS
Mário Prata

Conta a história que dom Pedro II casou-se sem conhecer a sua noiva.

Tinha visto um quadro com a cara da princesa. Casamento de interesses políticos lá dos portugueses, fazer o que?

E quando a moça chegou no porto do Rio de Janeiro - consta - que ele fez uma cara emocionada. Pela feiúra da
imperial donzela. Mas casou, era o destino, era a desdita.

Tenho um avô que foi pedir mão da moça e o pai dela disse:
- Essa tá muito novinha. Leva aquela.

E ele levou aquela que viria a ser a minha avó. Ah, a outra morreu solteirona.

Quando aconteceu o grande boom da imigração japonesa, alguns anos depois, familiares que lá ficaram mandavam noivas para os que cá aportaram. Tudo no escuro. E de olhinhos fechados, ainda por cima.

De uns tempo para cá, o conceito da escolha foi mudando. Até ir para a cama antes, valia. Ficava-se antes.

Só que agora, finzinho do finzinho do século, surgiu um outro tipo de casamento. O casamento de letras. Letras de textos. O texto - finalmente, digo eu, escritor - virou casamenteiro. Apaixona-se, hoje em dia, pelo texto. Via internet. Via cabo, literalmente.

Conheço quatro casos bem próximos. Gente que desmanchou o casamento de carne e osso por uma
aventura no mundo das letras.

Claro que estou me referindo aos encontros via Internet. Começa no chat, com o texto. Gostou do texto, leva para o reservado. E lá, rola.

Eu mesmo já me envolvi perdidamente por dois textos belíssimos. Moças de vírgulas acentuadas, exclamações sensuais e risos de entortar qualquer coração letrado ou iletrado.

Sim, pela primeira vez nesta nossa humanidade já tão velhinha, as pessoas estão se conhecendo primeiramente pela palavra escrita. E lida, é claro.

Já disse, isso envaidece qualquer escritor. Agora, o texto pode levar ao amor. Uma espécie de amor-de-texto,
amor-de-perdição.

A relação, o namoro, começa ali no monitor. Você pode passar algumas horas, dias e até semanas sem saber nada da outra pessoa. Só conhece o texto dela.

E é com o texto que vai se fazendo o charme. Você ainda não sabe se a pessoa é bonita ou feia, gorda ou magra, jovem ou velha. E, se não for esperto, nem se é homem ou mulher. Mas vai crescendo uma coisa dentro de você. Algo parecidíssimo com amor. Pelo texto.

Pouco a pouco, você vai conhecendo os detalhes da pessoa. Idade, uma foto, a profissão, a cor. Inclusive onde mora. Sim, porque às vezes você está levando o maior lero com o texto amado e descobre que ele vem lá da Venezuela. Ou do Arroio Chuí.

Mas se o texto for bom mesmo, se ele te encanta de fato e impresso, você vai em frente. Mesmo olhando para aquela fotografia - que deve ser a melhor que ela tinha para te escanear (ou seria sacanear, me perdoando o trocadilho fácil) você vai em frente.

"Uma pessoa com um texto desses..."

A tudo isso o bom texto supera.

Quando eu ouvia um pai ou mãe dizendo "meu filho fica horas na Internet", todo preocupado, eu também ficava.
Até que, por força do meu atual trabalho, comecei a navegar pela dita cuja.

E descobri, muito feliz da vida, que nunca uma geração de jovens brasileiros leu e escreveu tanto na vida. Se ele fica seis horas por dia ali, ou ele está lendo ou escrevendo. E mais, conhecendo pessoas. E amando essas pessoas.

Jamais, em tempo algum, o brasileiro escreveu tanto. E se comunicou tanto. E leu tanto. E amou tanto.

No caso do amor ali nascido, a feitura, o peso, a cor, a idade ou a nacionalidade não importam. O que é mais importante é o texto. O texto é a causa do amor.

Quando comecei a escrever um livro pela internet, muitos colegas jornalistas me entrevistavam (sempre a mim e ao João Ubaldo) perguntando qual era o futuro da literatura pela Internet.

Há quatro meses atrás eu não sabia responder a essa pergunta. Hoje eu sei e tenho certeza do que penso:
- Essa geração vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil. E muita gente vai se apaixonar pelo texto e no texto.

Existe coisa melhor para um escritor do que concluir uma crônica com isso?

Quer uma prova? Estou fazendo um concurso de crônicas no meu site www.marioprataonline.com.br, entre os leitores/escritores.

Entre lá e veja o nível. Pessoas que há pouco tempo atrás odiavam escrever redação nas escolas, estão descobrindo o texto. Leiam e me digam se eu não estou certo.

E são jovens, muito jovens.

Como diria Shakespeare, palavras, palavras, palavras.
Como diria Pelé, love, love, love.
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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Seg Maio 17, 2010 4:23 pm

algumas frases...\\


"Traduzo assim S. Tomás de Aquino: há três coisas necessárias à beleza: integridade, harmonia e luminosidade. Correspondem essas coisas às fases da apreensão?"
(James Joyce)

"...A ninguém te mostres muito íntimo, pois familiaridade excessiva gera desprezo..."
(São Tomás de Aquino)

"Homo omni lupus." ("O homem é o lobo do próprio homem.")
(Tomas Hobbes)

Albert Einstein foi um dos grandes gênios da humanidade certa vez fora perguntado: O que é a luz? E no momento inspirado disse: “A luz...é a sombra de Deus”.

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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Seg Maio 17, 2010 8:06 pm

"...moralidade não é uma lista de condutas louváveis e condenáveis, pronta para que o cidadão a obedeça com o automatismo de um rato de Pavlov. Moralidade é consciência, é discernimento pessoal, é busca de uma meta de perfeição que só aos poucos vai se esclarecendo e encontrando seus meios de realização entre as contradições e ambiguidades da vida."

autor: OLAVO DE CARVALHO. Esse cara da foto embaixo, pra ser mais exato.



Mais uma dele:

"A mentalidade revolucionária não é só inversão do tempo: é inversão das relações lógicas de sujeito e objeto, dos nexos de causa e efeito, da relação entre criminoso e vítima. Ela é demência megalômana na sua essência mesma. Ela é a mentira existencial mais vasta e profunda que já infectou a alma humana desde o início dos tempos." -- autor: OLAVO DE CARVALHO.

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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Ter Maio 18, 2010 6:26 pm

Oi...

Hoje eu cheguei em casa, e vi que tinham chego 3 livros... pois é, eu os encomendara há umas três semanas. Peguei um deles e o li. Todinho!

Aos curiosos, o título é "Quem mexeu na Minha Igreja", de Mike Nappa. O autor se pergunta: Como você reagiria se descobrisse que alguém transportou o prédio de sua igreja para outro lugar, deixando o antigo terreno vazio? Sem dúvida, procuraria.

E foi o que cada uma das personagens do livro fizeram.

A propósito, isso me lembrou (por mero acaso? Ou seria uma espécie de Haruhiscidência?) o primeiro capítulo de "O desaparecimento de Suzumiya Haruhi". Naquele livro, conseguiram achar o templo desaparecido. Como só li até o 1º cvapítulo, estou real e especialmente curioso.

..........................................................

"A jurisprudência do terror toma duas formas: regras definidas sem precisão, o que produz leis imprevisíveis, e a mudança espontânea das regras para melhor convir ao estado [o país, ou a ONU]." -- R. W. Makepeace e Croom Helm, Marxist Ideology and Soviet Criminal Law (A Ideologia Marxista e a Lei Criminal Soviética), pág. 161.

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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Ter Maio 18, 2010 6:30 pm

Dean Gotcher, em um trecho do artigo 'Dialética Hegeliana e Práxis - Diaprax e os Fins' escreveu:
Espontaneidade e Regras

Uma grande parte de minha pesquisa me levou ao estudo do comportamento "consciente-subconsciente". Alguns chamam esse espectro de "falsa consciência—consciência," outros "estrutura profunda—estrutura superficial" (Essa é também a área de pesquisa que os psicólogos sociais se concentram em seus esforços para entender como usar a hipnose.) Uma suposição psicológica mantida pelos psicólogos sociais é que quando a espontaneidade de uma pessoa (a estrutura profunda, o desejo subconsciente ou "necessidade" emocional") é estorvada (reprimida ou suprimida) por regras ou mandamentos (estrutura superficial) as pessoas criam sentimentos secretos de ressentimento que eventualmente resultarão em alguma forma de hostilidade voltada contra elas mesmas ou contra as outras pessoas. Quando esses sentimentos finalmente ganham uma oportunidade de serem extravasados, eles se tornam o dínamo que está por trás do preconceito e da discriminação.

Como a figura de autoridade, que define as regras e exige obediência e respeito, não permitirá ser usada como um escape para qualquer raiva acumulada, especialmente por parte de alguém que está sob sua autoridade, aqueles que estão sob submissão muito provavelmente projetarão sua raiva contra qualquer pessoa de fora que a figura autoritária desgoste, desse modo não somente aliviando a tensão interna causada pela submissão, mas também ganhando o favor da figura de autoridade. Os psicólogos sociais acreditam que aqui é que todos os preconceitos e discriminações se originam.

O que falta aqui é o reconhecimento da autoridade benevolente, algo que os psicólogos sociais discutem, mas se recusam a aceitar como resposta, uma vez que o problema para eles não é realmente amor e perdão, e sim a liberdade de questionar a autoridade estabelecida. Eles buscam controlar a sociedade, sem prestação de contas pessoal. Kurt Lewin e outros reconhecem que uma autoridade benevolente poderia produzir uma comunidade saudável, mas, como ainda se faz necessária a obediência a uma autoridade superior que eles não poderiam controlar, eles não podem aceitar isso como uma opção. É por isso que a Educação Pragmática (Orientada a Resultados), a Gestão da Qualidade Total (TQM) e o programa Escola Para o Trabalho não ensinam a obediência, mas sim o respeito mútuo, o máximo possível. Quem não merece respeito, de acordo com os psicólogos sociais, são aqueles que continuam a acreditar em absolutos e que resistem às mudanças.

Deus espera de nós o respeito a Ele e obediência às Suas leis; no entanto, Ele conhece nossa natureza pecaminosa que se ressente em receber ordens. Em Cristo Ele nos concede perdão para os nossos ressentimentos e desobediência e, com Seu Espírito Santo, Ele nos dá a força para dominá-los. Deus tornou possível o que o homem não poderia fazer. É por isso que os psicólogos sociais recusam-se a reconhecer uma autoridade benevolente. Fazer isso seria forçá-los a reconhecer que têm uma natureza pecaminosa e admitir sua necessidade de Deus. Eles também não querem reconhecer que Deus é o Criador.

O psicólogo social Piaget afirmou que toda vez que alguém diz a uma criança o que fazer, ou ensina uma criança, está impedindo que ela descubra por si mesma e com isso termina prejudicando-a. O que ele e outros como ele querem dizer é que a espontaneidade deve se tornar uma parte tão importante da educação quanto a coleta de informações. Regras absolutas, especialmente regras transcendentes, prejudicam a espontaneidade, uma vez que não podem ser descobertas por meio da espontaneidade.

Em diaprax, todos recebem a oportunidade de ter um papel, de se tornar espontâneos, de se livrarem das regras estagnadas de "Faça isto, não faça aquilo" inculcadas pelos pais, professores, pastores, chefes, governos, etc. É por isso que, de acordo com os psicólogos sociais, o ensino por memorização e de forma didática deve dar lugar ao pensamento dialético, de ordem mais elevada. Quando Piaget insistiu que as crianças não deveriam receber nenhuma regra até que completassem sete anos, pois somente a partir dessa idade é entenderiam as regras, é porque isso se encaixa com o padrão dialético. O que ele e homens como ele têm de superar é o fato que esse processo está errado. Se regras não forem aplicadas até os sete anos, muito provavelmente você terá uma criança indisciplinada. Isso é tolice, como até eles mesmos às vezes admitem.

"Em vez de usar métodos didáticos... os novos modelos para a correção das habilidades acadêmicas básicas... devem incorporar métodos instrucionais apropriados." [Condições necessárias para receber as verbas da Bolsa Federal.]. Lei Federal dos EUA S.143 RS, pág. 187, linhas 21-24.

Mas os psicólogos sociais estão intoxicados com diaprax, estão possuídos pelo processo e, por algum motivo, não conseguem ver o "padrão de fracasso" que Abraham Maslow momentaneamente reconheceu. Se algum dia eles reconhecerem verdadeiramente o quão errado é esse caminho e acabarem por rejeitar diaprax, não terão mais para aonde ir, exceto voltar-se para Deus e para a Sua Palavra. É por isso que Maslow esteve em um conflito tão grande no fim; ele não queria seguir esse caminho. É por isso também que Lawrence Kohlberg, famoso pelo "dilema da jangada da vida" terminou suicidando-se. Pense um pouco, quase todas as crianças nas escolas públicas e privadas estão aprendendo ou participando de pelo menos uma das questões do dilema proposto pelo suicida Lawrence Kohlberg. Não existe esperança verdadeira e duradoura na intelectualidade rebelde de diaprax. Há somente uma total desesperança e um profundo desespero, quando não a autodestruição no fim.

Mas para aqueles que estão viciados em diaprax, o processo está sempre correto; eles acreditam que precisam apenas de um pouco mais de tempo e de mais cobaias para fazer experiências e corrigir as falhas. Uma coisa a se lembrar sobre as experiências é que a pessoa que as realiza nunca é responsável pelos resultados — mesmo que a experiência falhe — desde que ela tenha seguido os procedimentos e a experiência tenha sido aprovada pelos participantes. Apenas fique atento que nessa experiência você pode ser responsabilizado por qualquer falha por não ter feito a sua parte (não participou de reuniões de pais e mestres, do treinamento gerencial, etc.) e você pode ser culpado por quaisquer danos feitos à sociedade (desistências ou recusa em participar; em alguns países socialistas essas pessoas são chamadas de parasitas).

Se seus filhos estiverem participando dessas experiências, tenha a certeza que eles podem voltar — avariados, mas que isso não deve ser um problema uma vez que foi você mesmo quem autorizou a experiência. Você apoiou isso por meio das leis que permitiu que fossem aprovadas. Você contribuiu para isso com sua participação em atividades sociais voluntárias. Você aprovou isso ao enviar seus filhos a participarem disso. No fim, você é o único culpado. Em diaprax é assim que funciona.

Este é, como disse, um trecho do artigo de Dean Gotcher intitulado "Dialética Hegeliana e Práxis". No Google você pode achá-lo digitando a seguinte frase, entre aspas:

"Dilema da jangada da vida"

O qual, provavelmente, poderá ser o primeiro, se não o único, resultado da busca.

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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Qua Maio 19, 2010 5:56 pm

Lá vai uma reflexão:

Pegadas na Areia

Um sonho que tive esta noite
Foi um exemplo de amor
Sonhei que na praia deserta
Eu caminhava com o nosso Senhor
Ao longo da praia deserta
Quis o Senhor me mostrar
Cenas por mim esquecidas
De tudo que fiz nesta vida
Ele me fez recordar

Cenas das horas felizes
A mesa era farta, na hora da ceia
Por onde eu havia passado
Ficaram dois pares de rastros na areia
Então o Senhor me falou
Em teus belos momentos passados
Para guiar os teus passos
Eu caminhava ao teu lado

Porém minha falta de fé
TInha que aparecer
Quando passavam-se as cenas
Das horas mais tristes de todo meu ser
Então ao Senhor reclamei
Somente meu rastro ficou
Quando eu mais precisava
Quando eu sofria e chorava
O Senhor me abandonou

Naquele instante sagrado
Que Ele abraçou-me dizendo assim
Usei uma coroa de espinhos
Morri numa cruz, e duvidas de mim
Filho esses rastros são meus
Ouça o que vou lhe dizer
Nas tuas horas de angústias
Eu carregava você


Essa é bem antiga, mais antiga que eu mesmo. E ainda é verdade.

E, sem medo de dizer aqui, não vou esconder: toda vez que eu lembro dela, dessa obra, eu choro. Não, é sério mesmo! Eu CHORO! É realidade purinha!

Mais por isso a deixo aqui >~~

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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Sab Maio 22, 2010 2:46 pm

Mais algumas frases...


1. Você vê alguma pessoa que fala só bem de você na sua frente? Ela ou ele fica a te bajular, a espalhar o "tapete vermelho" quando você está presente? DESCONFIE. Principalmente se for no trabalho/escola. E ainda mais se ele for Velho, prestes a se aposentar. Essa gente é fã de mexerico e A.D.O.R.A ficar a saber da vida alheia! Além disso, eles quase sempre eles estão a largar excrementos fétidos em cima de teu nome, de tua reputação. Afaste-se destes tais! PENSE NISSO!

2. Molduras bonitas não escondem quadros ruins.

3. Vini vidi vici (Vim, vi, venci)

4. In Hoc Signo Vincis (Com este sinal vencerás)

5. Venientibus spes salus et vita (Aos que vêm, esperança, saúde e vida)

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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Dom Maio 23, 2010 6:17 pm

Olavo de Carvalho, no site dele, escreveu:

"Somente a consciência individual do agente dá testemunho dos atos sem testemunha, e não há ato mais desprovido de testemunha externa do que o ato de conhecer."

O governo invisível
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 17 e 18 de maio de 2009

Um dia, discutindo com oficiais de alta patente no Clube Militar do Rio de Janeiro, perguntei a um deles, homem com experiência em serviços de inteligência, se havia lido algum documento de fonte primária sobre o tópico em discussão. Não, não havia. Livros especializados? Também não. Estudos publicados em revistas acadêmicas? Também não. Relatórios de serviços de inteligência? Também não. “Então, de onde raios você tira as suas informações?”, perguntei. E ele, com a cara mais bisonha do mundo: "Dos jornais."

Foi nesse instante que, com um arrepio na espinha, senti a catástrofe mental brasileira em toda a sua extensão. Quando comecei a trabalhar no jornalismo, todos ali sabíamos que o produto do nosso trabalho eram superficialidades para consumo popular. Quando entrevistávamos um estudioso, esperávamos sempre que ele tivesse fontes de informação melhores que as nossas. De repente, eu me via na situação terrivelmente incongruente de conversar com um especialista que só tinha a dizer aos repórteres aquilo que eles mesmos lhe haviam contado. O país dirigido por uma classe pensante nutrida tão somente dessa ração intelectual só podia mesmo ir para o buraco.

O pior era que, no vácuo de fontes mais substanciosas, a mídia crescera em prestígio na razão inversa da sua audiência: jornais que no último dia do milênio vendiam menos que na década de 50 haviam se tornado, no ambiente de ignorância geral, os proprietários quase monopolísticos do dom da credibilidade, incumbidos de separar realidade e fantasia ante os olhos de um cândido mundo.

Sei que esse processo, nos EUA, está longe de ter alcançado a compacta densidade das trevas brasileiras. No entanto, a velocidade que ele ganhou na última eleição justifica o temor de que, em breve, as classes falantes americanas também estarão tateando no escuro, sem exigir claridade por já não imaginarem que raio de coisa é isso.

Durante a campanha, a ocupação mais intensa da mídia americana foi uma sucessão de acrobacias admiráveis destinadas a fazer de Barack Obama o homem mais visível do mundo e proibir, ao mesmo tempo, qualquer investigação séria de sua biografia. Toda tentativa, por mais tímida e modesta, de desencavar dos arquivos a certidão de nascimento, os registros médicos, o histórico escolar e quaisquer daqueles documentos que todo candidato em campanha exibe normalmente, foi unanimemente condenada pelos maiores jornais e noticiários de TV como um delituoso extremismo de direita. Transcendendo a mera autocensura, a classe jornalística em peso impôs a mordaça ao resto da sociedade.

Mas isso não é nada em comparação com o que vem acontecendo desde que a misteriosa criatura foi juramentada como presidente de superpotência. Tendo prometido uma era de transparência e sinceridade jamais vista na história, o que Obama inaugurou foi um governo secreto, não no sentido usual das ocultações conspiratórias, mas num sentido absolutamente novo e inédito: o que se oculta do público não são ações ilícitas cometidas na calada da noite – são os próprios atos oficiais do governo. Se não houvesse internet, nem agências independentes, nem fontes primárias, nem o Freedom of Information Act, as decisões mais importantes da administração Obama nos últimos três meses teriam permanecido absolutamente confidenciais, invisíveis como um conluio de anarquistas famintos num porão miserável. Quando não foram totalmente omitidas pela grande mídia, foram noticiadas com discrição anestésica própria a torná-las ainda mais insensíveis do que poderia fazê-lo o silêncio total. Ou então foram relatadas sem o mínimo quadro comparativo capaz de elucidar seu alcance e seu significado. Como aquilo que chega aos jornais brasileiros é um recorte diminutivo do que sai na mídia americana, a ignorância dos nossos compatriotas quanto ao que se passa nos EUA só encontra comparação nas concepções astronômicas das minhocas e protozoários. Dizer que os brasileiros estão por fora é eufemismo. Graças aos bons préstimos da Folha, do Estadão, do Globo e outras entidades sublimes, os EUA que existem na imaginação dos nossos patrícios se parecem tanto com a realidade quanto um picolé de limão se parece com uma equação de segundo grau. Estamos no reino da heterogeneidade absoluta, irredutível à linguagem humana.

Os fatos que vou resumir neste artigo e em artigos subseqüentes não só estão fora da nossa mídia – pelo menos se considerados na sua devida perspectiva –, mas estão fora da imaginação da nossa classe jornalística. Ao publicá-los, o Diário do Comércio cumpre sozinho a tarefa da mídia inteira:

1. Tão logo soube da morte de civis afegãos em bombardeio ocorrido em Farah em 3 de maio, a Secretária de Estado Hillary Clinton apressou-se em pedir desculpas, puxando portanto a responsabilidade do crime sobre o seu próprio país. No dia seguinte, revelou-se que o Taliban havia lançado granadas contra a população, de modo a culpar os americanos pelas mortes que ele mesmo provocara. O segundo fato foi noticiado sem nenhuma referência ao primeiro, e os repórteres abstiveram-se gentilmente de perguntar à secretária de Estado se mantinha o seu despropositado pedido de desculpas. Foi como se estas se referissem a um episódio totalmente diferente.

2. Em 5 de abril, em visita a Praga, horas depois do lançamento do míssil Taepodong-2 pela Coréia do Norte, Obama, diante de uma platéia de 20 mil tchecos, fez a promessa mais absurda, irrealizável e suicida que um presidente americano já fez: anunciou que vai acabar com o arsenal nuclear dos Estados Unidos unilateralmente. Qualquer de seus antecessores que dissesse isso seria imediatamente torrado e moído pela mídia inteira e acusado de crime de traição. A enormidade obâmica foi noticiada com discrição blasée pelo Washington Post de 6 de abril.

3. Nenhum jornal ou noticiário de TV deu o menor sinal de perceber alguma coisa de ofensivo quando Hugo Chávez, na Cúpula das Américas em Trinidad-Tobago, deu a Obama um exemplar de "As veias abertas da América Latina", de Eduardo Galeano, um dos livros mais virulentamente antiamericanos já publicados no planeta. Como a maioria do eleitorado americano não tem a menor idéia de quem é Eduardo Galeano, tudo se passou como se o presente fosse uma amabilidade e não um tapa na cara como efetivamente foi. Obama engoliu o sapo com a gentileza sorridente de quem acreditasse, como de fato ele acredita, que ofensas ao seu país não o atingem. No mesmo evento e com o mesmo cavalheirismo, ouviu cinqüenta minutos de pregação antiamericana do nicaragüense Daniel Ortega e voltou para casa seguro de que ninguém na mídia lhe faria nenhuma cobrança por isso, como de fato ninguém fez.

4. Pela primeira vez na história americana, um presidente promete ajuda a todos os regimes totalitários e genocidas do mundo sem lhes fazer a mais mínima exigência no que diz respeito a direitos humanos. O resultado é que, em países como o Irã ou a Coréia do Norte, Obama é amado enquanto seu país é odiado. Embora isso fosse demonstrado por conclusivas pesquisas de opinião, ninguém na grande mídia deu sinal de perceber que o presidente está se promovendo entre povos inimigos às custas do prestígio nacional.

5. Ao revelar os memorandos secretos da CIA sobre o uso de técnicas drásticas de interrogatório, ameaçando processar o governo anterior por crimes contra os direitos humanos, a Casa Branca omitiu-se de informar que essas técnicas tinham sido adotadas com pleno conhecimento e apoio das lideranças do próprio partido governante. Se Dick Cheney, retirado da política, não tivesse ido à televisão por sua própria conta para contar isso, ninguém saberia de nada até agora, porque o "jornalismo investigativo" da grande mídia realmente não se interessa por essas coisas.

6. Após anunciar gastos públicos da ordem de 3,4 trilhões de dólares, que o próprio Federal Reserve confessa não saber nem como contabilizar, Obama teve a indescritível cara de pau de ordenar um corte de 17 bilhões de dólares, meio por cento do total, e ainda alardear, com a aparente anuência da classe jornalística, que isso inaugurava "uma nova era de austeridade" nos gastos públicos. A desproporção passaria despercebida se não existisse mídia alternativa para mostrá-la.

7. Os cortes foram, na sua quase totalidade, efetuados sobre o orçamento da defesa – acontecimento inédito num país em guerra –, desfalcando as Forças Armadas e debilitando a polícia de fronteira num momento em que reconhecidamente a invasão de ilegais é o maior problema de segurança dos Estados Unidos. Em compensação, verbas faraônicas têm chovido sobre as entidades que apoiaram Obama durante a campanha, especialmente a Acorn, premiada com 4 bilhões de dólares por seus serviços eleitorais, inclusive a distribuição de títulos de eleitor falsos (a liderança democrata já anunciou que não tem nenhuma vontade de investigar o assunto). O caso – o mais óbvio exemplo de medida antipatriótica aliada a favorecimento ilícito que já se viu nas últimas décadas – foi noticiado pela grande mídia com tal comedimento que, até agora, nem mesmo as lideranças republicanas deram sinal de perceber aí algo de errado.

8. Na reestruturação da Chrysler e da GM, segundo os planos anunciados por Obama, o sindicato United Auto Workers assumirá o controle acionário da primeira e terá 39% das ações da segunda. Além de ter sido o principal responsável pela falência das duas empresas, o sindicato é um dos grandes contribuintes de fundos de campanha para o Partido Democrata. Como esses três fatos só aparecem separadamente – quando aparecem –, ninguém se dá conta do crime.

9. Tendo prometido acabar com a "cultura dos earmarks" (verbas politiqueiras destinadas a agradar eleitorados locais), Obama sancionou uma lei de orçamento que tinha mais de 9 mil earmarks – um recorde que a imprensa, gentilmente, se omitiu de assinalar. Tendo prometido, ademais, que nenhuma lei seria aprovada pelo seu governo sem ficar disponível para consulta pública no site da Casa Branca por pelo menos cinco dias, Obama assinou as leis de orçamento e "estímulo" sem que o respectivo calhamaço de mais de mil páginas tivesse sido exposto naquele site nem mesmo por um segundo. A mídia não reparou no detalhe.

10. Terça-feira passada, Obama nomeou Arturo Valenzuela chefe do setor latino-americano do Departamento de Estado. Valenzuela é diretor da ONG La Raza. Seguindo o estilo entorpecente de seus modelos jornalísticos americanos, o UOL informa o distinto público que La Raza é "a principal organização de defesa de hispânicos nos Estados Unidos". La Raza não é nada disso: é uma organização separatista, empenhada em transferir para a soberania mexicana os estados da Flórida, do Texas e da Califórnia.

Em artigos vindouros, darei mais exemplos de medidas drásticas, de conseqüências incalculáveis, que estão sendo adotadas pelo governo Obama com velocidade alucinante, todas elas obviamente prejudiciais à nação americana, e noticiadas de tal modo que nenhuma discussão suscitem, isto quando não passam totalmente despercebidas, soterradas sob páginas e páginas de futilidades sobre os vestidos da sra. Obama, o cãozinho da família ou o tempero do sanduíche comido pelo presidente numa loja de fast-food, coisas que antigamente ficavam para os tablóides de fofocas vendidos nos supermercados, e que agora são matéria de amorosa atenção pelo Washington Post e pelo New York Times.

A América, sem sombra de dúvida, brasilianiza-se.

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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Seg Maio 24, 2010 6:15 pm

Mais uma msg de Olavo...


A direita que a mídia criou
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 29 de abril de 2010

Na mesma semana em que a Folha de S. Paulo se arrogava o direito de passar pito no Diário do Comércio, posando de fiscal da idoneidade jornalística alheia, uma senhora aparecia na MTV criticando a Igreja Católica, com base na autoridade intelectual que emanava da sua condição de prostituta aposentada: o celibato clerical, ensinava a criatura, é uma indecência, pois nasceu do desejo vil de preservar o patrimônio da Igreja. Esses dois episódios – que em espírito são um só – ilustram como é difícil, nos dias que correm, distinguir entre realidade e paródia. O segundo deles dá a entender que os mártires e santos se deixaram devorar por leões e canibais por mero interesse financeiro, ao passo que as prostitutas se entregam à lubricidade da clientela por puro amor ao próximo. É uma teoria, não é? Mas o primeiro sugere algumas considerações mais amplas, cuja ligação com o episódio em si talvez não apareça à primeira vista, embora tenham tudo a ver com ele.

O jornalismo é o irmão menor da ciência histórica; seus métodos são em essência os mesmos dela, apenas aplicados às pressas e com menos rigor. A pesquisa dos documentos, a crítica das fontes, a confrontação de testemunhos, a conjeturação de nexos, a reconstituição narrativa ou interpretativa da ordem dos fatos, tudo faz do jornalista, quando o é de verdade, uma espécie de historiador-mirim.

O simples fato de que o currículo das faculdades de jornalismo não inclua sequer uma versão abreviada das disciplinas históricas fundamentais já basta para mostrar que aquelas instituições de ensino não servem para absolutamente nada além de dar a uma elite de pseudo-intelectuais ativistas o controle do mercado de trabalho nas redações.

Quando digo isso, sempre aparece algum espertinho alegando que a obrigatoriedade do diploma universitário no jornalismo foi instituída pelo governo militar, nada tendo portanto a ver com estratégia esquerdista de dominação. Como se o governo não tivesse se esmerado em atender às pressas todas as exigências da esquerda que pudessem, a seu ver – tremendo engano! –, ser neutralizadas ideologicamente, acabando por dar de bandeja aos esquerdistas alguns preciosos instrumentos de agitação e propaganda. Ainda lembro, como se fosse hoje, a voracidade com que a militância esquerdista se apossou das cátedras de Educação Moral e Cívica, instituídas pelo governo na esperança louca de disseminar o patriotismo e as virtudes. Com as faculdades de jornalismo aconteceu a mesma coisa: tudo o que é feito na ilusão da neutralidade ideológica torna-se canal para a difusão da ideologia que mais francamente se assuma como tal. Nada mais patético do que um governo autoritário ideologicamente tímido, de uma timidez que acabou por se incrustar na medula mental da nossa burguesia como um tumor incapacitante, reduzindo à condição de apêndice da esquerda o que possa ter restado de uma “direita” que nem quando estava no poder ousava dizer seu nome.

Nesse processo, aliás, o jornalismo gerado nas faculdades teve um desempenho admirável. Admirável de safadeza. Na mesma medida em que a “direita” não se assume como tal, é a mídia maciçamente esquerdista que se encarrega de chamá-la assim, com insistência obsessiva, de modo que o direitismo só subsiste no imaginário público como rótulo infamante associado precisamente às pessoas que mais o rejeitam, ao passo que os esquerdistas raramente aparecem com rótulo, sendo sempre designados na mídia por suas profissões ou cargos sem identidade ideológica explícita (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/091007dc.html). A imagem do país na mídia torna-se assim uma inversão simétrica da realidade: a ideologia que tudo controla desfruta de uma confortável invisibilidade protetora, ao passo que sua inexistente adversária é exibida ante os olhos de todos como a encarnação mesma do ideologismo militante.

É precisamente esse processo que se denomina, com um termo que hoje tem nos estudos de comunicação jornalística uma acepção técnica precisa, “a espiral do silêncio” (v. Elisabeth Noelle-Newmann, The Spiral of Silence, The University of Chicago Press, 1993): uma das facções é levada sutilmente a abdicar da própria voz, deixando à inimiga o privilégio de nomeá-la, defini-la e descrevê-la como bem entenda. Auto-hipnotizada pelo mito da neutralidade ideológica, a direita brasileira entregou-se a essa operação com a passividade de um cadáver na mesa do médico-legista. Com uma diferença: nenhum cadáver é idiota o bastante para achar que faz isso por esperteza.

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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Qua Maio 26, 2010 5:23 pm

esperança...

Não é Tarde

Não é tarde para se sonhar
O céu ainda é azul há esperança
É só olhar no olhar de uma criança
No sorriso de uma mãe que deu à luz

Ouvirei os testemunhos
De bravos homens que venceram
Ouvirei dos cegos
Que ainda esperam a visão
Ouvirei canções que marcam
Toda uma geração
Não é tarde
Pra sonhar
Não é não

Minha força vem de um Deus que faz milagres
Minha fé está além do impossível
Minha esperança viva está
Meu coração não quer parar
Pois nunca é tarde, não é tarde para se sonhar
(pois nunca é tarde pra sonhar)

Sempre há uma esperança
Para aqueles que esperam
Firmes nas promessas do Senhor
O Deus do impossível
Haja o que houver
Eu sonharei
Seus lindos sonhos viverei
Não desistirei

essa é de A. P. Valadão

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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Qui Maio 27, 2010 8:12 pm

Umas curtinhas...


Paulo Leminski escreveu:

Moinho de versos
movido a vento
em noites de boemia

vai vir o dia
quando tudo que eu diga
seja poesia.


"Sapientiam autem non vincit malitia." [Vulgata, Sabedoria 7.30]
(Tradução: "A malícia nada pode contra a sabedoria.")


alchem.'.
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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Sex Maio 28, 2010 3:43 pm

Nunca Pare de Lutar

por Ludmila Ferber

O que vem pra tentar ferir
O valente de Deus
Em meio às suas guerras?

Que ataque é capaz
De fazê-lo olhar pra trás
E querer desistir?

Que terrível arma é
Usada pra tentar paralisar sua fé?

Cansaço, desânimo
Logo após uma vitória
A mistura de um desgaste com um contra-ataque do mal
A dor de uma perda, ou a dor da traição
Uma quebra de aliança, que é raiz da ingratidão

Se alguém está assim, preste muita atenção
Ouça o que vem do coração de Deus:

Em tempos de guerra, nunca pare de lutar
Não baixe a guarda, nunca pare de lutar
Em tempos de guerra, nunca pare de adorar
Libera a Palavra, profetiza sem parar

O escape, o descanso, a cura
A recompensa vem sem demora
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MensagemAssunto: Re: .:: Mural de Mensagens ::.   Sab Maio 29, 2010 2:37 pm

Algumas frases:

"Onde há inveja, há incompetência."

"Inveja é uma cousa deselegante. Pior até que mastigar de boca aberta ou arrotar em plena mesa, diante de um Rei ou Presidente."

"A inveja é uma doença. Vá te tratar!"

"Todo invejoso não passa dum pobre coitado."

"Por trás de toda maldade, sempre há coração invejoso."

"De onde veio o Comunismo/Socialismo?
Resposta: Da Inveja."

"Na verdade, quem se diz amigo de todo mundo, acaba não sendo amigo de ninguém, além dele mesmo."

Frases algumas pra pensar neste sábado/domingo, dia religioso pra muitos, que se esqucem disso pelo resto de toda semana.
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